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Conselho de Saúde aponta precariedade nas UPA’s do Promorar e do Renascença

Unidades são de responsabilidade da Prefeitura de Teresina. Fiscalização constatou sérios problemas estruturais.

Teto com infiltrações e bebedouro com defeito e lixeira ao lado (Divulgação/CMS)

O Conselho Municipal de Saúde (CMS) realizou na quarta-feira (15) uma fiscalização in loco e constatou graves problemas nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA's) dos bairros Renascença e Promorar. As unidades de saúde são mantidas pela prefeitura.

A vistoria do CMS atendeu à determinação da 29ª Promotoria de Justiça da capital, especializada na defesa da saúde pública.

A presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde Pública do Piauí (Sindespi), Geane Sousa, representante da entidade no Conselho Municipal de Saúde, integrou a equipe de fiscalização junto com outros membros do colegiado. Segundo ela, as unidades têm condições precárias, insalubres e problemas estruturais.

Bebedouro e porta com defeito (Divulgação/CMS)

“Constatamos muitas irregularidades. Na UPA do Renascença um estado de calamidade, falta de condições de trabalho. Estão tentando fazer uma reforma, e apesar da gestão atual estar tentando resolver, as dificuldades também partem da própria prefeitura. Eles têm projeto, fizeram solicitações, mas falta liberar esses projetos e começarem essas reformas. Também tem um o problema de falta de água, e por isso tem até um contrato com um carro-pipa para abastecer, porque existe uma dificuldade da água subir para as caixas”, relatou Geane.

Acilinara Moura, vice-presidente do Conselho Municipal de Saúde, explica que o órgão fiscaliza todos os serviços públicos de saúde do município de Teresina, bem como os conveniados com o Sistema Único de Saúde (SUS). 

Equipamentos antigos e sem manutenção em UPA da prefeitura (Divulgação/CMS)

“Na estrutura física das UPAs falta acessibilidade. Existem tetos com infiltrações e mofos, repousos inadequados. Na questão de recursos humanos encontramos falta de profissionais, escalas cobertas como plantões extras e segundo turnos. No que se refere aos insumos e medicamentos continua tendo faltas, porém, em menor escala em relação à situação anterior.”, disse Acilinara.

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