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União Brasil expulsa Celso Sabino, ministro do Turismo, por não deixar governo Lula

Cúpula do partido também decidiu por uma intervenção no diretório da legenda no Pará, até então comandado por Sabino.

Sabino: expulso por não acatar ordem do partido (Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Ag.Brasil)

O União Brasil expulsou dos seus quadros nesta segunda-feira (8.dez.) o ministro do Turismo e deputado federal licenciado Celso Sabino. A decisão foi tomada por unanimidade e ocorre pelo fato de Sabino ter desobedecido ordem para entregar o cargo depois que a cúpula da legenda decidiu romper com o governo Lula (PT).

Além da expulsão, o União Brasil decidiu pela intervenção da Executiva Nacional no diretório do partido no Pará, que tinha Sabino como presidente estadual.

A direção nacional do União Brasil deu um ultimato para Sabino deixar o governo e abriu processo no Conselho de Ética do partido para analisar a situação do ministro. Mesmo assim, ele se negou a deixar o ministério e seguiu aliado do governo Lula. 

Em vídeo publicado nas redes sociais na tarde desta segunda-feira, Sabino classificou a decisão de intervir no diretório do Pará como “equivocada, injusta e absurda”. Sobre a expulsão, disse que foi motivada pelo fato de ter escolhido o melhor projeto para o Brasil, que, segundo ele, é o projeto liderado pelo presidente Lula.

“A minha exclusão dos quadros do partido deu-se pelo fato de eu continuar ajudando o Pará, continuar trabalhando no Ministério do Turismo, servindo ao Brasil, optando pela escolha que eu entendo ser a melhor, e a grande maioria dos brasileiros entende também, que é o projeto comandado pelo nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva.”, disse.

Agora expulso, ele poderá escolher outro partido para se filiar a qualquer momento.

“Eu saio hoje do União Brasil com a minha cabeça erguida, saio com a minha ficha limpa, saio sem trazer comigo nenhuma mácula. Estou saindo do partido porque trabalhei pelo Brasil, pelo Turismo e não me curvei. Tive a coragem de enfrentar partidos políticos quando quiseram me obrigar a fazer o que eu não concordei.”, desabafou o ministro.

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