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Partido vai à Justiça para que institutos apresentem métodos de pesquisas no Piauí

Direção do Progressistas diz que recorreu ao Judiciário após empresas se negarem a fornecer os dados.

Sede estadual do Progressistas, em Teresina (Foto: Ricardo Morais/OitoMeia)

A direção do Progressistas no Piauí entrou com quatro ações na Justiça para ter acesso às metodologias utilizadas por alguns institutos que realizaram pesquisas no estado. Segundo o partido, a medida se deu após as empresas não fornecerem os questionários e não apontarem os métodos adotados nos levantamentos.

Os institutos são: Datamax, Amostragem, GP1 e Quaest. Os três primeiros são do Piauí, enquanto o último, com atuação nacional, tem sede em Belo Horizonte.

O Progressistas suspeita dos números que considera serem absurdos a favor principalmente do atual governador Rafael Fonteles (PT). “Como muitos deles não estão permitindo o acesso aos métodos e questionários, a direção do partido considerou importante acionar o Poder Judiciário para entender os motivos de números considerados tão absurdos para uns e outros pré-candidatos”, diz texto distribuído à imprensa.

A maioria das pesquisas colocou o governador Rafael Fonteles com mais de 80% das intenções de voto. Em um dos levantamentos, o gestor petista é colocado com 88%.

“A ausência de registro não exime o instituto da responsabilidade pela veracidade e transparência dos dados divulgados”, consta em um trecho de uma das ações.

Dos quatro processos, três foram enviados para manifestação do Ministério Público. Um outro está nas mãos do desembargador Ricardo Gentil Eulálio, que já determinou que representantes do instituto sejam ouvidos em um prazo de no máximo cinco dias.

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