O vereador Fernando Lima (PDT), presidente da CPI que investiga contratos emergenciais da limpeza pública de Teresina, disse nesta terça-feira (22.jul.) que a prefeitura pediu mais prazo para poder enviar a documentação que foi solicitada. Segundo ele, é compreensível a demora porque a comissão pediu muitos documentos, e todos escaneados.
O prazo sugerido pela direção da Empresa Teresinense de Desenvolvimento Urbano (Eturb) e acatado pela CPI foi o dia 5 de agosto, quando a Câmara volta do recesso parlamentar.
“A gente está aguardando chegar a documentação que solicitamos da prefeitura. Estivemos em reunião na Eturb na segunda-feira e ele pediram um prazo maior para mandar a documentação. Ficou acertado o prazo do dia 5 de agosto, justamente o dia que a gente retorna as atividades aqui na casa. Por enquanto, estamos aguardando a documentação para poder analisar. A comissão entende essa dificuldade [no envio] porque realmente foi pedido muito documento. São documentos de 2017 até 2025 e a gente pediu escaneado. Então, tem que dar o tempo para que possam escanear. Realmente é algo suscetível de um prazo maior e nós concedemos”, explicou.
De acordo com Fernando Lima, foram solicitados todos os processos emergenciais, todas as cópias de contratos e todos os processos de pagamentos. O objeto da chamada “CPI do lixo” na Câmara Municipal de Teresina é investigar possíveis irregularidades em contratos emergenciais no serviço de limpeza pública da capital de 2017 até agora.







