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Ciro vê Joel Rodrigues como fenômeno eleitoral e afirma que Rafael não é amado por nenhum prefeito

Senador diz acreditar que, no decorrer da campanha, gestores municipais vão largar o atual governador e aderir ao seu aliado na disputa pelo Governo.

Ciro Nogueira (Foto: Laura Cardoso/DitoIsto)

O senador Ciro Nogueira (Progressistas) falou nesta quinta-feira (21), em entrevista exclusiva ao DitoIsto, sobre como pretende conciliar a agenda de campanha com o pré-candidato Joel Rodrigues (Progressistas) em cidades onde os prefeitos o apoiam para senador, mas não votam em Joel para governador.

“São campanhas diferentes. O Joel está se transformando no maior fenômeno eleitoral deste estado. Na última pesquisa que eu tive acesso, no eleitorado que já o conhece, que é em torno de 48%, ele já lidera as pesquisas. O que ele precisa é se tornar mais conhecido. Por isso, o Joel está percorrendo o estado como um louco, levando a sua mensagem, fazendo com que as pessoas conheçam sua história, sua trajetória de vida, o que ele quer fazer pelo estado, o que ele fez em Floriano e o que mudou na vida daquelas pessoas.”, disse Ciro.

Na avaliação do presidente nacional do Progressistas, o desafio de Joel é se tornar cada vez mais conhecido, diferente dele, que já tem um trabalho consolidado no estado. Ciro considera que, apesar de distintas, as duas campanhas irão se somar.

“Esse é o desafio dele [Joel]. O meu não. As pessoas já reconhecem o trabalho, das obras que eu fiz, do que eu fiz. Vão poder me comparar com os outros que já estão, se os outros fizeram mais do que eu, e para mostrar que não fizeram. Então, são campanhas distintas, mas que vão se somar no final.”

Ciro acredita que, no decorrer da campanha eleitoral, Joel vai cair no gosto dos gestores municipais, já que, segundo ele, o governador Rafael Fonteles não tem identificação popular e não é amado por nenhum prefeito.

“Eu tenho certeza de que, lá na frente, quando a população do Piauí incorporar mesmo e tomar conhecimento da trajetória de vida do Joel, e que ele estiver com perspectiva, você vai ver a debandada do lado de lá, de lideranças, porque o Rafael não tem identificação popular, não tem identificação com esses prefeitos. O Rafael não é amado por nenhum prefeito.”, alfinetou.

O EXEMPLO DE OUTRAS ELEIÇÕES
O senador comparou a campanha de Joel com as eleições vitoriosas de Mão Santa, em 1994, e de Wellington Dias, em 2002, quando a oposição venceu o governo na disputa pelo Karnak. Para Nogueira, as pessoas só apoiam Rafael Fonteles por acharem que não tem outra opção.

“As pessoas estão lá [com o governo] porque achavam que não havia opção, mas, na hora em que o povo do Piauí der essa opção, como está acontecendo, você vai ver o que vai acontecer neste estado, como aconteceu em 1994 e 2002.”, concluiu.

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