Três coisas que só se faz uma vez: nascer, morrer e votar no PT. A célebre frase foi popularizada pelo ex-senador e ex-governador do Piauí Mão Santa, que nas últimas duas décadas foi um dos mais ferrenhos opositores do PT e dos petistas. Porém, a aproximação da deputada estadual Gracinha Mão Santa com o governo do PT tem feito a frase do pai ser recordada por opositores da gestão e agora ex-correligionários da deputada.
Nesta quarta-feira (19.nov.), o DitoIsto questionou a parlamentar sobre o assunto. Gracinha disse que apenas quem não vota nela critica sua mudança de lado e, sobre a histórica frase, justificou que os eleitores votam em pessoas e não em partidos.
“Eu não preciso me justificar para adversário. Meu perfil é diferente, eu vou direto ao povo e ao ponto. O povo é mais estudado do que vocês pensam. Essa frasezinha aí é de quem não vota na Gracinha, nunca votou e nunca votará. Então não vai influenciar em absolutamente nada no meu eleitor porque a gente vota é em pessoas.”, falou a deputada.
Gracinha voltou a atribuir sua saída da oposição a uma suposta traição da qual diz ter sido vítima no Progressistas. “Eu fui traída por um partido inteiro num conchavo que a porta do gabinete da traição era o do Júlio Arcoverde, o do Átila e do Ciro. Fui traída para beneficiar uma candidatura do tudo ou nada de um senador.”, acusou a deputada.
Gracinha já está com filiação encaminhada no MDB, partido da base do governador Rafael Fonteles (PT), de quem a deputada já é considerada aliada para 2026.
Veja o vídeo:







