Entre no
nosso grupo!
WhatsApp
  RSS
  Whatsapp

Vereador de Parnaíba diz que prefeito não tem respaldo e que postura afasta aliados: "Falta de condução"

Em entrevista à TV Costa Norte, parlamentar afirmou que o prefeito não mantém diálogo com a Câmara e que sua postura tem afastado aliados.

 Vereador Zé Filho Caxingó e prefeito Francisco Emanuel

O vereador de Parnaíba Zé Filho Caxingó (MDB) fez críticas ao prefeito Francisco Emanuel (Progressistas). Em um entrevista à TV Costa Norte nesta quinta-feira (30) o parlamentar afirmou que o gestor perdeu o apoio da maioria dos vereadores por falta de diálogo e de habilidade política. “A Câmara não de maneira mais explícita, não tem concordado com a condução do prefeito. O prefeito hoje não tem o respaldo para ter os vereadores do lado dele. Por falta de habilidade, por falta de condução. De não ter realmente diálogo", declarou. 

Zé Filho comparou a presença de vereadores em eventos do prefeito e do governador, destacando que o chefe do Executivo municipal costuma contar com pouca adesão política. “O governador faz um evento, você pode facilmente encontrar lá 15 vereadores. Facilmente você encontra lá 15, 16, 17 vereadores, se não toda a Câmara Municipal. O prefeito faz um evento, você encontra um, às vezes dois, não passa disso”, disse.

O vereador também criticou o comportamento do prefeito, afirmando que ele se coloca como “um pop star”.

“Nos bastidores comentam que ele se coloca como se fosse um pop star, inclusive evitando tirar foto com vereadores. Que acha que o vereador pode surfar na onda dele. Eu quero deixar bem claro, se for para surfar nessa onda, eu prefiro cair da prancha, porque é uma onda negativa”, declarou o parlamentar.

Ex-aliados

Nas redes sociais, a deputada estadual Gracinha Mão Santa (Progressistas) compartilhou trechos da entrevista do vereador Zé Filho no Jornal da Costa Norte. Francisco Emanuel foi eleito em 2024 com o apoio da família Mão Santa, que o apresentou como sucessor político do então prefeito Francisco de Assis Moreas Souza. 

O rompimento entre o "Novo Francisco", como era chamado durante a campanha, em referência à coincidência com o nome do patriarca da familía Mão Santa, e o grupo político de Gracinha ocorreu nos primeiros meses da gestão.

Mais de Política